terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

QUEM AJUDA QUEM?

A NOTÍCIA
Homens que fazem trabalho doméstico agradam mais as mulheres

Existe a máxima machista que prega que mulheres devem esquentar a barriga no fogão e esfriar no tanque, mas em alguns países, essa filosofia é garantia de uma vida solteira. A Universidade de Oxford promoveu um grande estudo em 12 países, envolvendo uma amostra de 13.500 homens e mulheres entre 20 e 45 anos para definir o índice de igualdade entre sexos a partir de atitudes pessoais em relação a trabalho doméstico e responsabilidades na criação de filhos.

Uma das questões mais interessantes levantadas pela pesquisa são os efeitos colaterais da postura típica de macho em não ajudar em casa. Nos países mais igualitários as mulheres se pronunciaram mais propensas a casar ou juntar os trapos do que naqueles que se encontram nas últimas posições. E só aceitariam o matrimônio com homens de cabeça mais aberta e dispostos a dividir tudo. Já os homens entrevistados, não importando de que grupo de nações se encontra, afirmaram que preferem mulheres com menor expectativa de igualdade em casa e que seguramente ficariam com aquelas dispostas a fazer todo o serviço doméstico.
E se você quer um motivo extra para arregaçar as mangas e - pelo menos - lavar seu prato e seu copo depois de comer e recolher a toalha molhada da cama, um jornal britânico especializado em medicina esportiva publicou em 2008 que 20 minutos de trabalhos domésticos melhoram o estado mental e reduzem o stress diário (assim como caminhar ou praticar esportes). Só lembrando que lavar o carro nos domingos não é considerado trabalho doméstico, ok?

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Fonte:
http://beleza.terra.com.br/homem/interna/01/09/09
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A CRÔNICA

A pesquisa não levou o Brasil em consideração. Um absurdo, se considerarmos que casam-se cerca de 900 mil pessoas por mês no país, fora os que vão morar juntos e não há documentos oficiais, mas é casamento da mesma forma. É nesses momentos, principalmente, que entra em cena o Arcanjo Isabelito Salustiano, com sua filosofia prática. Portanto quero lhes dizer que ele já foi às ruas, seu local favorito de divagações e experimentos e colheu suas impressões acerca do que acontece em nosso país sobre o assunto.
Eis que ali pelo primeiro ano debaixo do mesmo teto começa a cizânia familiar. O casal naquela fase onde a paixão inaugural está para se firmar como amor de verdade ou transformar-se num ódio insuportável começa a ter as primeiras brigas. É uma toalha molhada deixada em cima da cama todos os dias, meias espalhadas pela casa, o cara que chegou cansado achando que vai encontrar uma comidinha quente e vê a esposa pedindo um sanduíche ou uma pizza com o dinheiro que era para pagar a conta de luz; é a sogra de um dos dois que começa a dar pitaco no casamento... Dificilmente tem duas sogras que combinam em tudo com os respectivos genros ou noras. É quase uma regra. Quando são exceções dão pitacos do mesmo jeito. Para o homem é mais ou menos assim:
- Meu filho, essa sua mulher não tem um tempinho de limpar a casa direito, não? Faz dois dias que estou limpando aqui e olha quanta sujeira!
Para a filha:
- Minha filha, você precisa cobrar mais do seu marido que divida com você as tarefas domésticas. Não estamos mais nos tempos de escravas do lar, não!
E essa sabedoria da intromissão fica martelando na cabeça de ambos.

Certo é que a única certeza é que não tem regra fixa para nada. Quer dizer, para nada que não seja necessário um combinado a fim de não prejudicar uma convivência pacífica e harmoniosa. E ela inclui uma matemática sem nenhuma exatidão numérica, exceto no número de filhos. Afinal, casamos não é para somar e dividir amor e responsabilidades?

1 comentários:

Miriam de Sales Oliveira disse...

Oi,KaKá,vou lhe ajudar c/umas piores:n/dá descarga,joga os ossos do frango no tapete,senta na TV e aluga p/o futebol a noite inteira...
Por ai,vai.Queixas de amigas....
As inimigas n/dizem nada,implorando a Deus q/eu me case c/eles....rsss bjks

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