quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

VIVER O PRESENTE

Passando o passado num presente sem futuro (frase e imagem: akiazero.blogspot.com)

Muitos afirmam que o importante é viver o presente. Concordo. Mas ele tem que ser vivido de forma a se construir algo. Senão, quando chegarmos à vida madura, sem nenhum passado digno de registro, a tristeza, a depressão e a angústia vão nos devorar. Muito mais que nos devoram a louca vida de competições, a pressa e  o egoísmo.

20 comentários:

JoeFather disse... 1

Assino em baixo das palavras do amigo: viver plenamente é importantíssimo, mas deixar sua marca é fundamental!

Abraços renovados e tenha um ótimo dia!

Yasmine Lemos disse... 2

Bom dia Cacá,
verdade triste, realidade que se esbarra nas esquinas e praças e janelas solitárias.
grande abraço

Kenny Rosa disse... 3

Olá Cacá!
É verdade. Ou construímos ou destruímos. Não há meio termo. Quem está estagnado não constrói, portanto destrói o que poderia vir. Destrói o futuro, as possibilidades, as esperanças.
Portanto, vivamos em construção da paz e do bem.
Abraços!
Kenny Rosa (http://cronicandocomvoce.blogspot.com)

Norma de Souza Lopes disse... 4

Por isso gosto de escrever. Depois de criar (bem) filhos escrever é a marca mais indelével de nossa história.
Abraços
Norma

Maria Auxiliadora de Oliveira Amapola disse... 5

50120311Bom dia, querido amigo Cacá.

Há de se aproveitar cada minuto, fazendo o melhor. Sendo útil ao colocar em prática o que a vida já nos ensinou, e procurar aprender sempre mais, não desperdiçando o que de bom, ela nos oferece.

Um grande abraço.

Sueli Gallacci disse... 7

Bravo Cacá!

Que as pessoas não confundam esse "construir" com edificações de concreto armado.

Bjo gde.

Jaime Guimarães disse... 8

"Tudo passa, mas o ser não passa: o agora do ser é único", diz Marcel Conche, filósofo. No entanto para chegarmos a este agora construímos algo. A tornar um "ser" também passou por um processo - a construção. Ou a falta dela.

O "Carpe Diem", do tipo aproveite o presente como se não houvesse amanhã, pode ser uma expressão bonita e inspiradora, até. Mas de certo ponto determinista e quase fatalista - porque muitos levam-na a sério até demais.

Abs, Cacá!

pensandoemfamilia disse... 9

Viver o presente numa ação consciente da importância de cada ato na vida.
abraços,

Lúcia Soares disse... 10

Também acho, Cacá.
Não existe "hoje" sem "ontem". O que somos é resultado do que passou.
O que virá pode ser melhorado, se hoje nos incomodamos com o passado (como eu).
Mas nunca "hoje" pode ser desvinculado do "amanhã".
Aquela história da plantinha: semeamos para colher...
Beijo!

Anônimo disse... 11

Presente me lembra doação, inclusive, a médio ou longo prazo. Por isso nos doamos no presente para planejarmos o futuro. Abraços!

Unknown disse... 13

Cacá,
Seus textos são sempre reflexivos, gosto muito disto.
Sim é verdade o que diz sua prosa, temos que construir no presente, fazer nossa história, que ela seja digna de ser lembrada no futuro.
beijos.

Beth/Lilás disse... 14

Perfeito, amigo, Cacá!
Vejo tantos assim na velhice, sem ter feito um bom planejamento e parecem seres invisíveis. Uma pena!

Olha, preciso de sua força lá pelo meu blog. Te espero lá, ok.

bjs cariocas

Mimirabolante disse... 16

Gosto muito de viver o presente........contudo,adoro as minhas lembranças,voltar ao passado.........porém ,não gosto de antecipar o futuro !!!!!bjcas

Toninho disse... 18

A vida por etapa onde cada uma deve se espelhar na que foi e formatar para a proxima.Pois chega o tempo em que apenas se poderá remexer no que plantou e que realmente vingou.Muito boa reflexão.Meu abraço itabirano de paz.

Celina disse... 19

Concordo com vc Cacá, quem ja viu não termos nada para contar? como iria contruir a nossa vida que são veitas de fazes sem termos nada para contar,são experiencias do dia a dia,estar claro que vivemos o presente, mais tarde será passado tambem. Ddesculpe se não entendí bem o seu pensamento. Obrigada pelo lindo comentário que deixou sobre Luiz Gonzaga. Abraços Celina.

Thiago Quintella de Mattos disse... 20

Eu estou numa fase de viver um presente sem largar o passado. Não o remoendo, mas tendo-o como a única coisa que sei.

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